Uma verdadeira revolução.
Pedofilia, aborto, poluição do ambiente, pobreza extrema de uns e riqueza escandalosa de outros
São alguns dos novos pecados mortais definidos pelo Papa.
Há mais: tráfico de droga e realização de experiências de manipulação genética, nomeadamente com embriões.
Quem os cometer, é certo e sabido, vai para o inferno, penando lá o que fez por cá...
Já não bastava o tradicional, ou seja, o que fora estabelecido pelo Papa Gregório I no remoto século VI - gula, avareza, preguiça, raiva, luxúria inveja e orgulho como pecados com direito a bilhete directo, sem apeadeiros, ao covil do Diabo -, como agora a globalização se meteu de permeio, incentivando o Sumo Pontífice a alargar o implacável rol.
Portanto, contas feitas, se aos sete antigos juntarmos estes seis modernos temos... 13, "curioso" número, como diria alguém.
A que convém somar mais dez coisas a não fazer, os Dez Mandamentos, que, em matéria de costumes é particularmente incisiva no que respeita ao casamento: "Não cometerás adultério!", "Não desejarás a mulher do próximo" (presume-se que o marido da próxima também). Venalidades.
Isto porque o Sumo Pontífice anda a perder a paciência, no sentido bíblico da expressão, com aqueles que se dizem cristãos, alardeando a sua religiosidade, mas que, afinal, e não vão à missa, nem ao domingo, e, se vão, não confessam os seus pecados, incluindo os capitais.
O que dizem os visados?
Dizem que não precisam de intermediários para pedir o perdão, a absolvição divina. Uma conversinha "a dois" bastará - entre o pecador e o Senhor. "Sabe, queria dizer-Lhe que..."A nova lista foi publicada no jornal Osservatore Romano.

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