segunda-feira, fevereiro 23, 2009

HÁ DIAS QUE MAIS VALE NÃO SAIR DE CASA...


Sábado 21 Fervereiro... 10h... cái pelas escadas... foi o teste à resistência!

Domingo 22 de Fevereiro...ia morrendo na subia da Corga! Sobe Sobe até cair no Ribeiro!

Segunda 23 de Fevereiro... 10h... fui andar de bicleta em Cascais.... mas estavam esgotadas na Guia... fomos buscar à Cidadela... às 11.30h quase no Guincho o pneu furou... estavamos a regressar a pé para Cascais... até eu torcer o pé...


Melhor seria impossível... coxa e de pneu furado...


Que mais está para acontecer?...


terça-feira, fevereiro 10, 2009

Abraço Especial!


Subtil...
Sempre Presente...

Inigualável...

Amigo de todas Horas...
Assim és...
Simples acto de Ser...
Simples ternura de um amanhecer...

Mais que Mago ou Feiticeiro...

És o melhor companheiro da minha Deusa Lua!

Moon_Light_Insight!...


"Teimosa subi
Ao cimo de mim
E no alto rasgei
As voltas que dei

Sombra de mil sóis em glória
Cobrem todo o vale ao fundo
Dorme meu pequeno mundo

Como um barco vazio
P´las margens do rio
Desce o denso véu lilás
Desce em silêncio e paz
Manso e macio

Deixa que te leve
assim tão leve"
Musica de

domingo, fevereiro 01, 2009

Alegoria da Caverna!

"«Meu caro Gláucon, este quadro - prossegui eu - deve agora aplicar-se a tudo quanto dissemos anteriormente, comparando o mundo visível através dos olhos à caverna da prisão, e a luz da fogueira que lá existia à força do Sol.
Quanto à subida ao mundo superior e à visão do que lá se encontra, se a tomares como a ascensão da alma ao mundo inteligível, não iludirás a minha expectativa, já que é teu desejo conhecê-la.
O Deus sabe se ela é verdadeira. Pois, segundo entendo, no limite do cognoscível é que se avista, a custo, a ideia do Bem;
e, uma vez avistada, compreende-se que ela é para todos a causa de quanto há de justo e belo; que, no mundo visível, foi ela que criou a luz, da qual é senhora; e que, no mundo inteligível, é ela a senhora da verdade e da inteligência, e que é preciso vê-la para se ser sensato na vida particular e pública.»"
Platão, In República, Livro VII, 514a-517c