Nem o rio nem nós seremos os mesmos...
Seres únicos mas em mutação permanente...
Constante... com traços... padrões...
Gostos e novas inquietações...
E de novo a mudança...
Não só a dos tempos e das vontades...
A grande mudança que ocorre dentro de nós mesmos...
Quando acordamos para um sonho maior...
Um sonho sem imenso que ao despertar
Nos faz querer ir até ao fundo...
Até ao fundo de mim, do mundo...
Do mundo de mim.

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