
Sento-me nesta pedra ainda quente, do Sol de verão que não quer partir...
Do calor que vou ter saudades quando a chuva teimar em cair...
Salto de onda em onda, na brisa suave que corre...
Mais uma tentativa de fuga... Mais uma vontade imensa de desistir...
Escondo nas águas do Rio o medo de falhar... a bolinha do prisioneiro...
O pequena pedrinha no sapato, a máscara do Leão sofrido!
Brilha minha Deusa... Enquanto houver Luar... a minha energia não pode parar...

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