
Pudesse eu como o luar
Sem consciência encher
A noite e as almas e inundar
A vida de não pertencer!
Fernando Pessoa
Poesias Inéditas
Poesias Inéditas
EYES WIDE SHUT!
Sentado no molhe de rochas gastas pelo rebentar das ondas, o solitário pescador lançava de novo o anzol nas profundezas das águas. Sophia observava-o de longe, mas com uma enorme vontade de chegar mais perto. Perguntar o que já tinha pescado, saber o que fazia ali num dia tão frio… enfim! Curiosidades repentinas do espírito…